24 de maio de 2012

A minha avó.


A minha avó deixou de andar devagar e de pisar as lagartas, deixou de rir e de tirar os óculos e de me contar histórias, com e sem dentes, deixou de ter tempo e deixou-se morrer de vez, mas eu ainda faço o possível para ter avó, dentro do meu coração. Faz hoje um ano que a perdi...


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