14 de dezembro de 2009

O agora

Estou mesmo ali ao lado, na terra ao lado, nas pessoas ao lado. Cada dia que passa mais me afasto daqui, das pessoas, das atitudes, dos comentários, do Porto, de Gaia.
Detesto a mentalidade do profundo Portugal, a mentalidade de que não podem ver nada e perguntam o porquê de tudo. Do que fazem e do que não sabem fazer, e inventam que sabem, mas perguntam antes.


Volta Lisboa. Estás perdoada.
A cultura aqui não entra.

Sim, eu sei. Estou a falar da cultura - CULTURA.

O agora não o posso mudar, para já.
O agora.
Só o agora.
Depois mudo tudo.
O tempo do agora que vai passar vai fazer isso.
Do agora.

O agora.

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