23 de julho de 2009

Quero sentar-me num banco lá fora, onde o sol queima a pele e os pássaros cantam. Onde o barulho do rio que passa ensurdece e leva os nossos pés de tão forte que a corrente é. E dançar, dançar até morrer...

Quero ver-te envelhecer a meu lado onde os meus olhos só te vejam como quando te conheci. E as tuas mãos amor, sejam como as árvores, com troncos fortes, presas às minhas.

Que o meu amor por ti seja sempre como esse sol que nos aquece no banco cá fora, porque a nossa vida irá ser como esse rio que corre... uma vida tão breve.

Quero olhar-te e encostar a minha cabeça no teu ombro e sentir este amor tão grande que nos une...

e morrer, morrer a seguir.

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