"Um transeunte sem nome, uma figura solitária numa esquina da rua, uma pessoa a passar apressadamente. Podia ser qualquer um. Alguém a chegar, a partir, a viver na nossa sociedade anónima. Um elemento na multidão, um entre a maioria silenciosa. Aquele dentro de nós que grita, canta e sonha.
É este o "quidam" que o Cirque du Soleil celebra."
Assim sou eu.
Um quidam!
Sem comentários:
Enviar um comentário