
A maioria das pessoas que conheço não gostam de gatos.
Eu tenho um, ou melhor uma, chama-se Maggie e não é por ser minha, mas a Maggie não deve nada à burrice.
Quando quer comida mia em direcção à cozinha.
Quando quer água e o balde que tem que estar na casa de banho (mania de gata, mesmo), tem que estar cheio de água, porque se estiver vazio tomba-o ou mete-se lá dentro.
A cama dela tem que estar sempre impecávelmente estendida, sem rugas e tem que ser construída uma espécie de muralha à volta para ela encostar a cabeça e se sentir mais confortável, caso contrário, não dorme.
Se é teimosa e a chamo a atenção, refila, faz uma espécie de miado contrariado resmungão e comprido até ao sítio para onde se desloca. Responde a tudo o que lhe pergunto, embora a comunicação não seja a melhor, ela percebe tudo o que eu digo, mas eu não entendo nada do que ela mia...
É uma boa companhia, gosta imenso de colo, de andar de carro, de jogar à bola, de cheirar a rua à janela, enfim, um sem número de coisas. Ah! Já me esquecia de uma mania dela, gosta de dar beijinhos interminávelmente. Não sei se já reparam na lingua de um gato, mas é muito áspera, e ela lambe tantas vezes que acabo por deixar de sentir o sítio onde está a lamber. É formidável.
Ela até gosta de música! Coisa que os gatos não gostam muito. Senão reparem:

Um gato a ouvir Gnarls Barkley - Crazy

Um gato a ouvir Marco Paulo - Eu tenho dois amores

Um gato a ouvir Zé Cabra com o seu último sucesso "Queria ir para a França"
Tão a ver? A minha Maggie é mesmo especial! Ela gosta mesmo de tudo.
Menos de comer, mas essa história fica para a próxima!
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